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De alho in natura a Alho Negro do Sítio

Você sabia que, após passar por um processo de fermentação, o alho in natura pega a coloração preta? Quando submetido a condições de temperatura contínua de 65°C, ganha novas e diferentes características de sabor, textura e odor, e se torna o alho negro. Nenhum tipo de aditivo químico é acrescentado.

Embalagem do Alho Negro do Sítio. Crédito da foto: Samara Alcantara

Fernando Kondo, agrônomo e produtor do Alho Negro do Sítio, que participou do Mercado São Paulo nos dias 26 e 27 de novembro, conta que, no Japão, o produto é muito vendido como antioxidante para prevenir o câncer. “Minha família planta alho há mais de 35 anos. No Brasil, o alho negro entrou mais ou menos em 2010 como um ingrediente para a gastronomia". O que começou no interior de São Paulo, em Guatapará, hoje cresceu para o bairro da Liberdade e, após a implementação do site,  o Alho Negro do Sítio recebe pedidos de diversos restaurantes, pizzarias e empórios, como Eataly e St. Marchê. O ingrediente pode ser usado em saladas, pizzas, massas alho e óleo, base para geleias doces e no que mais a criatividade permitir. Além de uma excentricidade gastronômica, o alho negro possui mais de 20 propriedades medicinais. É recomendado para a saúde como um alimento funcional por ser antioxidante e evitar problemas sanguíneos. Tem sabor adocicado, similar a uma ameixa desidratada. 


 Geleia de Alho Negro. Crédito da foto: Samara Alcantara

 
Amostra de alho negro. Crédito da foto: Samara Alcantara

Mercado São Paulo
De 5/11 a 11/12
11h às 18h
Av. Escola Politécnica, 82
Jaguaré - São Paulo